B4: O Guia de Editais e Estruturas de Fomento para Créditos de Carbono e PSA (Pagamentos por Serviços Ambientais).

A arquitetura financeira global voltada para a mitigação das mudanças climáticas atinge, no ano de 2026, um momento de profunda reestruturação e consolidação institucional, com o Brasil assumindo uma posição de centralidade incontestável.
Na esteira das negociações multilaterais impulsionadas pela realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) na cidade de Belém, o ecossistema brasileiro de ativos ambientais transita de um ambiente fragmentado e predominantemente voluntário para uma estrutura jurisdicional complexa e fortemente regulada.1
O advento e a subsequente regulamentação da Lei Federal nº 15.042/2024, que estabeleceu formalmente o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), impõem ao setor produtivo nacional um novo paradigma de conformidade e governança climática, obrigando a mensuração rigorosa de escopos de emissão e a adoção de estratégias de compensação com lastro científico.1 Esta transição legal não apenas precificar o carbono na economia doméstica, mas também estabelece as fundações para que o país integre as suas metas de descarbonização às cadeias globais de valor.
Contudo, o otimismo em torno da escalabilidade dos Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) e do mercado de carbono depara-se, simultaneamente, com um escrutínio sem precedentes por parte de investidores institucionais, agências de classificação de risco e instâncias reguladoras governamentais.
O histórico recente do mercado voluntário revelou vulnerabilidades sistêmicas severas, onde a ausência de rastreabilidade e a complacência de entidades certificadoras de terceira parte permitiram a proliferação de esquemas de lavagem de dinheiro, grilagem de terras e “greenwashing”.2
A maturação do mercado em 2026 exige, portanto, uma sofisticação na análise de risco de contraparte, demandando que a atração de capital (seja ele público, privado ou multilateral) esteja invariavelmente condicionada à integridade absoluta do promotor do projeto, à adicionalidade provada e à permanência de longo prazo dos estoques de carbono.2
Este documento consubstancia uma pesquisa analítica e exaustiva das oportunidades ativas e das perspectivas de lançamento para o ano de 2026 no território brasileiro.
O escopo da investigação abrange a engenharia de fomento do Governo Federal, as inovações subnacionais lideradas pelo Governo do Estado de São Paulo e as táticas de execução municipal exemplificadas pela Prefeitura de Jacareí.
De forma complementar, o relatório disseca os fluxos de capital do setor privado de alta tecnologia (climate tech), as vastas facilidades de financiamento soberano orquestradas por bancos multilaterais e o papel catalisador das organizações não governamentais internacionais.
Toda a matriz de oportunidades aqui apresentada foi submetida a um rigoroso filtro de integridade, visando expurgar do espectro de investimentos quaisquer entidades maculadas por fraudes ou inconsistências regulatórias.
Auditoria de Integridade, Risco Reputacional e Filtragem de Entidades
A higienização do ecossistema de finanças verdes constitui o pré-requisito fundamental para a alocação de recursos ao longo do ano de 2026. O histórico recente de desvirtuamento dos mecanismos de flexibilidade ambiental exigiu uma reavaliação completa das carteiras de investimento, forçando o isolamento de atores corporativos que utilizam o verniz da sustentabilidade para perpetrar crimes contra o sistema financeiro e a ordem ambiental.
A análise de registros regulatórios e relatórios de inteligência financeira identifica duas grandes frentes de criminalidade que redefiniram as exigências de “due diligence” (diligência prévia) no mercado de carbono nacional.
A primeira frente de colapso reputacional originou-se no cerne do mercado voluntário de créditos florestais, especificamente em projetos baseados na metodologia REDD+ (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal). A deflagração da “Operação Greenwashing” pela Polícia Federal do Brasil desnudou um consórcio criminoso operando em vastas extensões de terras públicas griladas no estado do Amazonas.3
O inquérito demonstrou que a organização criminosa utilizava a chancela de projetos de conservação ambiental para encobrir e “esquentar” um volume colossal de madeira extraída ilegalmente, estimado no equivalente a 38.000 cargas de caminhão.3
A gravidade da operação reside no fato de que os ativos ambientais gerados nestas áreas fraudulenta que, até então, figurava como a maior desenvolvedora de créditos de carbono do país, e cujos créditos foram adquiridos por corporações multinacionais de capital aberto.3 A ineficiência dos mecanismos de controle foi tamanha que a certificadora mais tradicional do mundo, a maior entidade registradora de créditos de carbono voluntários do mundo, viu-se obrigada a suspender os projetos Unitor e Fortaleza Ituxi, que juntos cobriam mais de 140.000 hectares.3 A repercussão do escândalo provocou uma reestruturação da percepção de risco sobre projetos de desmatamento evitado, resultando na exclusão sumária do Grupo Ituxi e de todas as madeireiras interligadas de qualquer rol de entidades elegíveis para recebimento de fomento ou investimento institucional em 2026.3
A segunda frente investigativa revelou uma dinâmica de fraude financeira de proporções macroeconômicas, evidenciando a infiltração de organizações criminosas transnacionais nos mercados de capitais e energéticos. Sob a alcunha de “Operação Carbono Oculto”, uma força-tarefa composta pela Receita Federal, Ministério Público e Polícia Federal desmantelou uma engrenagem bilionária de lavagem de capitais orquestrada pelo (PCC).7
A operação mapeou a circulação ilícita de aproximadamente R$ 52 bilhões, fluindo através de uma rede controlada de mais de mil postos de combustíveis espalhados por dez estados da federação.7 A sofisticação do esquema envolvia a ocultação do capital em “contas-bolsão” geridas por fintechs clandestinas, operando à margem do escrutínio do Banco Central.8 Posteriormente, os recursos eram integrados à economia formal mediante a aquisição de usinas sucroalcooleiras e a subscrição em fundos de investimento estruturados na região da Faria Lima, em São Paulo.7
A infiltração no setor de etanol é particularmente crítica, pois macula cadeias produtivas que potencialmente gerariam Certificados de Receituário de Biocombustíveis (CBIOs) sob a égide do programa RenovaBio.
Diante da materialidade das provas e dos bloqueios judiciais superiores a R$ 1 bilhão, a integridade da análise exige a exclusão peremptória das instituições investigadas. Assim, entidades como a Reag Investimentos, Usina Itajobi, Usina Carolo, Usina Virgolino de Oliveira, Usina Rio Pardo, Usina Furlan, Comanche Biocombustíveis e Goiás Bioenergia encontram-se sumariamente desqualificadas para integrar consórcios ou captar recursos no âmbito da economia de baixo carbono em 2026.7
O efeito imediato destas intervenções legais foi a catalisação de uma fuga para a qualidade (flight to quality) por parte dos investidores e financiadores climáticos.
O mercado distancia-se de metodologias baseadas em cenários contrafactuais de desmatamento (linhas de base infladas) e redireciona um fluxo massivo de capital para intervenções físicas mensuráveis, notadamente as Soluções Baseadas na Natureza (NbS) focadas em reflorestamento, florestamento e revegetação (ARR). Esta tipologia de projeto, embora demande um esforço considerável de capital intensivo inicial (CAPEX), oferece uma adicionalidade robusta e mitigação quase absoluta dos riscos de “greenwashing”, pavimentando o caminho para os editais e fundos que dominam o cenário de 2026.
A Estrutura de Fomento e Certificação do Governo Federal
A resposta do Estado brasileiro à volatilidade do mercado de carbono e à necessidade de alinhar o desenvolvimento econômico aos compromissos da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) manifesta-se através de uma forte articulação entre os seus bancos de desenvolvimento e agências de fomento. O Governo Federal assume o papel de ordenador do mercado, financiando a infraestrutura intelectual necessária para garantir a soberania nacional sobre a certificação de seus ativos ambientais.
A iniciativa de maior envergadura estrutural nesta frente é conduzida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em reposta direta à fragilidade demonstrada pelos padrões internacionais de verificação de créditos, o BNDES lançou a seleção pública no âmbito do Fundo de Estruturação de Projetos, designada “FEP Fomento nº 01/2026”.9
Com o prazo de encerramento para a recepção de propostas ajustado e prorrogado para o dia 20 de março de 2026, o edital busca a contratação de um parceiro executor de alta capacidade técnica para realizar o Estudo Técnico Estruturante “Certificação de Crédito de Carbono no Brasil”.10
A finalidade da chamada não é o investimento direto na geração de créditos, mas o financiamento de pesquisa aplicada destinada a diagnosticar, analisar e sistematizar as evidências para a construção de uma infraestrutura nacional de integridade de carbono.9
O edital é metodologicamente exigente e requer que a instituição proponente entregue resultados baseados em cinco eixos transversais de alta complexidade: o desenvolvimento de um diagnóstico pormenorizado do mercado (Eixo 1), a sistematização e análise de lacunas metodológicas atuais que permitem o vazamento de carbono e a sobreposição de contabilidade (Eixo 2), o mapeamento das melhores práticas globais para propor um estudo comparativo de modelos de governança adaptáveis à realidade do SBCE (Eixo 3), a compilação de um guia descritivo de normas e do arcabouço legislativo nacional (Eixo 4), e a formulação de um relatório técnico profundo sobre os custos de transação, escalabilidade e as tecnologias digitais de monitoramento, reporte e verificação (MRV digital) necessárias (Eixo 5).9 Este edital representa o esforço definitivo do Brasil para deixar de ser mero exportador de créditos brutos e passar a dominar a tecnologia de conformidade do mercado.
Simultaneamente à estruturação de governança governada pelo BNDES, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), operando recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), atua na provisão de capital de risco tecnológico. A “Chamada Pública Finep Mais Inovação Brasil – Rodada 2 – Transição Energética” consubstancia a principal artéria de fomento não reembolsável para a descarbonização da matriz produtiva em 2026.11
Disponibilizando um volume expressivo de R$ 500 milhões em subvenção econômica, o programa tem como público-alvo as empresas que assumam o desafio de mitigar o risco tecnológico associado ao desenvolvimento de novas fronteiras energéticas.11 Uma exigência basilar do edital é que as organizações corporativas submetam suas propostas compulsoriamente em consórcio com Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs), fomentando a ponte entre a academia e a indústria.11
As linhas temáticas elegíveis para captação englobam o desenvolvimento de sistemas de captura e armazenamento de carbono (CCS), a evolução da cadeia do hidrogênio de baixa emissão (hidrogênio verde), biocombustíveis avançados e tecnologias de armazenamento energético de alta densidade.11 O cronograma do edital estabelece a abertura do sistema de submissão para 9 de março de 2026, com a data limite de encerramento programada para 31 de agosto do mesmo ano, permitindo uma janela ampla para a estruturação de consórcios de pesquisa e desenvolvimento (P&D).11
A agenda florestal do Executivo Federal também inova ao integrar o mercado de carbono à gestão fundiária de terras da união. Sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), articula-se para março de 2026 a execução do primeiro leilão de concessão florestal desenhado especificamente para a remuneração exclusiva por meio de créditos de carbono.12
A concessão abarca o território da Floresta Nacional (Flona) do Bom Futuro, situada no estado de Rondônia, um epicentro histórico de pressão de desmatamento.12 O desenho contratual impõe ao futuro concessionário privado a obrigação técnica e financeira de realizar o reflorestamento ativo de 15.000 hectares degradados, conjugado com a gestão e conservação de outros 83.000 hectares de floresta primária remanescente.12
A viabilidade do negócio para o consórcio vencedor dependerá da estruturação de projetos de carbono nas áreas sob concessão, sendo a concorrência licitatória decidida pelo critério de maior repasse percentual dos créditos gerados para o cofre da União.12 Este mecanismo pioneiro transfere o ônus da restauração ecológica para o capital privado enquanto mantém a titularidade pública da terra.
Complementarmente, a capilaridade das ações de Pagamento por Serviços Ambientais é assegurada pelo Projeto Floresta+ Amazônia.
O projeto, alinhado com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e operando em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mantinha as suas inscrições operacionais para que assentados da reforma agrária pudessem ser remunerados financeiramente pelos serviços de manutenção da floresta em pé, com ciclos de pagamento previstos para serem executados ao longo do biênio 2025-2026.13
Vanguardismo Subnacional: Políticas de Bioeconomia do Estado de São Paulo
Se o Governo Federal foca na regulação macroeconômica e na concessão de vastas extensões amazônicas, o Estado de São Paulo demonstra, através da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL), como operacionalizar a restauração de biomas densamente fragmentados, como a Mata Atlântica e porções do Cerrado.
A administração paulista consolida em 2026 uma plataforma plural de Pagamentos por Serviços Ambientais que abrange desde microprodutores até grandes fundos institucionais de investimento.
A peça angular da política ambiental do estado é o recém-estruturado “Programa Estadual de Restauração e Conservação Ecológica”.15
Formulado ao longo de um extenso processo de consulta pública encerrado no final de 2025, o programa introduz um modelo disjuntivo no financiamento da recuperação de terras públicas.15
Divergindo dos modelos clássicos de licitação baseados na Lei 8.666 (e atualizações), onde o erário público desembolsa moeda corrente pelo serviço prestado, a SEMIL instituiu uma mecânica fundamentada na Lei Federal nº 14.119/2021 (Política Nacional de PSA).15 O Estado seleciona, através de procedimento competitivo rigoroso, empresas, consórcios ou fundos de investimento responsáveis por executar a restauração de áreas degradadas situadas no interior de Unidades de Conservação e Florestas Estaduais sob a tutela da Fundação Florestal.15
A contrapartida remunaratória pelo serviço prestado consiste na cessão integral do direito de exploração comercial dos ativos ambientais gerados na respectiva área territorial.15 Consequentemente, as entidades privadas selecionadas absorvem o risco operacional do plantio e da manutenção, mas auferem lucros através da certificação e comercialização voluntária dos créditos de carbono de alta integridade (remoção) e dos emergentes créditos de biodiversidade no mercado global.15
A secretaria mapeou e disponibilizou em sua plataforma geoespacial um portfólio inicial contendo aproximadamente 40.000 hectares de áreas públicas aptas para a implementação destas parcerias.15
Para além das megaoperações corporativas, a SEMIL mantém o compromisso com a base da pirâmide socioambiental por meio da contínua expansão de suas 61 iniciativas ativas de PSA.16 Em evidência no primeiro trimestre de 2026 está o período de inscrições abertas para a segunda edição do programa “PSA Juçara”.16
Este edital possui um forte componente de justiça socioambiental, destinando-se a agricultores familiares, comunidades quilombolas e demais povos tradicionais que detenham ou ocupem áreas rurais inseridas em Unidades de Conservação de uso sustentável ou em suas respectivas zonas de amortecimento, com forte atuação nas regiões do Vale do Ribeira, Litoral, Alto Tietê e Vale do Paraíba.16
O programa fomenta o cultivo e manejo sustentável da palmeira-juçara (espécie nativa ameaçada e fundamental para a fauna local), provendo uma remuneração estipulada entre R$ 36 mil e R$ 38 mil por família participante ao longo de um ciclo contratual de cinco anos, garantindo fluxo de caixa constante que desestimula a extração ilegal de palmito.16
Outros braços operacionais ativos em 2026 incluem o PSA “Guardiões das Florestas”, que injeta capital direto variando de R$ 1.500 a R$ 2.500 mensais para famílias de 38 aldeias indígenas envolvidas na proteção territorial contra invasores e incêndios, e o PSA “Mar Sem Lixo”, focado em pescadores artesanais.16
O financiamento à infraestrutura verde nos municípios é assegurado pelo programa “Refloresta-SP”, que drena recursos oriundos do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop).16
Uma manifestação prática desta política no início de 2026 foi a aprovação de R$ 1,9 milhão destinados à restauração ecológica de 32,5 hectares de áreas de recarga hídrica no município de Bragança Paulista.17
A municipalidade lançou um pregão eletrônico, datado de 13 de fevereiro de 2026, para contratar empresas silviculturais especializadas na implantação de mudas, instalação de cercamentos e monitoramento agronômico de longo prazo, ilustrando como o capital estadual é capilarizado via editais locais.17
Para suportar toda a operacionalização destas métricas, a Fundação Florestal abriu, de forma correlata, um processo seletivo simplificado com prazo de inscrição entre 24 de fevereiro e 11 de março de 2026, visando a contratação de 243 brigadistas de prevenção e combate a incêndios.18
Este movimento evidencia a preocupação institucional em blindar os investimentos em biomassa contra os riscos físicos associados à emergência climática e a secas extremas, assegurando a permanência física dos estoques de carbono gerados pelas políticas de PSA no estado.19
Execução em Escala Local: O Paradigma da Prefeitura de Jacareí
A eficácia das finanças climáticas e da conservação hídrica depende substancialmente da capacidade de governança das prefeituras municipais, que gerenciam o ordenamento do uso do solo e possuem o contato direto com a rede de proprietários rurais. Neste contexto, o município de Jacareí, inserido na bacia hidrográfica do Vale do Paraíba, emerge como um estudo de caso emblemático de estruturação jurídica e operacional para a recepção de Pagamentos por Serviços Ambientais no ano de 2026.
A administração municipal consolidou o seu arcabouço normativo através da aprovação da Lei nº 6.485/2022, que instituiu o “Programa Renascentes”.20
Divergindo da rigidez de editais com janelas temporais curtas, a Prefeitura de Jacareí opera o seu programa de PSA em fluxo contínuo ao longo de 2026, sob a gestão técnica da Diretoria de Sustentabilidade e Educação Ambiental.20
O programa atua como um vetor de adaptação baseada em ecossistemas (AbE) frente às ameaças de necessidade hídrica na macrorregião, tendo estabelecido uma meta quantitativa e auditável de recomposição de 55 hectares de áreas degradadas até o encerramento do presente ano civil.20
A arquitetura de elegibilidade do Programa Renascentes é inclusiva, admitindo a adesão de pessoas físicas e jurídicas detentoras de áreas rurais, porém, o seu algoritmo de priorização é focado em conferir acesso imediato aos pequenos agricultores e empreendimentos familiares cujas terras estejam situadas em zonas de recarga de aquíferos, Áreas de Preservação Permanente (APPs) vulneráveis e corredores potenciais de biodiversidade interligando fragmentos da Mata Atlântica.20
A contrapartida exigida do produtor é compensada por um pacote de incentivos desenhado para mitigar os custos de oportunidade da terra.
Os beneficiários inscritos passam a receber suporte integral que abrange consultoria técnica especializada, provimento de cercas e insumos florestais, e o diferencial de instalação de biodigestores para tratamento de efluentes sanitários rurais, mitigando a carga de nutrientes nos mananciais.20
O repasse pecuniário (apoio financeiro) fecha o pacote de valorização do serviço ecossistêmico prestado pelo proprietário.20
A exequibilidade do programa repousa em uma engenhosa montagem metodológica dividida em seis etapas sequenciais obrigatórias: (1) o planejamento em escala de paisagem; (2) o planejamento de intervenção na escala da propriedade; (3) a mobilização e sensibilização social das comunidades do entorno; (4) a execução física do plantio silvicultural; (5) a rigorosa manutenção e tratos culturais pós-plantio; e (6) o gerenciamento analítico das atividades, lastreado na submissão de relatórios semestrais de performance que aferem o índice de sobrevivência das mudas e balizam os pagamentos do PSA.20
Ademais, Jacareí destaca-se por transcender a dependência exclusiva do orçamento municipal para financiar o programa.
A prefeitura captou com sucesso repasses fundo a fundo do Estado, acionando o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) para cobrir os custos de mobilização e educação ambiental, e o FECOP para financiar o hardware de proteção física das áreas (cercamentos).20
Do lado privado, corporações com metas ambiciosas de reposição hídrica e Net Zero, como a Ambev (via The Nature Conservancy) e o Instituto Malwee, atuam como “pagadores por serviços ambientais” diretos nas sub-bacias estratégicas do município, como a do Rio Comprido, ilustrando um mecanismo funcional de parceria público-privada em escala local.20
A musculatura institucional para lidar com esse volume de gestão ambiental é atestada pelo Concurso Público nº 1/2026 da prefeitura, com inscrições encerradas em fevereiro de 2026, focado estrategicamente na contratação de profissionais para o quadro efetivo, incluindo vagas para Engenheiro Ambiental e Fiscal Ambiental 22, garantindo a continuidade do monitoramento da rede municipal de carbono e nascentes.
Estratégias do Capital Privado e Fundos de “Climate Tech”
Enquanto os entes governamentais pavimentam o ambiente regulatório, o capital de risco e as tesourarias das companhias de capital aberto assumem a liderança na execução em hiperescala. A falência de credibilidade dos projetos de conservação puramente baseados em evitar desmatamento (jurisdicionais ou privados) direcionou centenas de milhões de dólares em 2026 para um ecossistema restrito e sofisticado de startups de “climate tech” focadas na remoção de carbono por processos silviculturais pesados. O modelo financeiro vigente, batizado de blended finance (financiamento híbrido), entrelaça o fomento subsidiado de bancos públicos com a agressividade do venture capital internacional.
Duas corporações dominam absolutamente o cenário de atração de capital produtivo para a geração de créditos de alta integridade no ano de 2026: a Mombak e a re.green.
A estratégia da Mombak caracteriza-se por um modelo de negócios verticalizado de aquisição e arrendamento de terras degradadas na Amazônia para o plantio biodiverso de dezenas de milhões de árvores nativas, visando a captura física e auditável de dióxido de carbono da atmosfera.24
Em 2026, a startup consolidou o seu status de “hipercrescimento” ao anunciar a estruturação de um novo fundo de investimentos dotado de US$ 250 milhões (mais de R$ 1,2 bilhão), mobilizado para massificar a operação fundiária e de viveiros no bioma.24 A viabilidade econômica de um empreendimento de tão alto custo de capital inicial (CAPEX) — onde a recuperação de um único hectare ultrapassa cifras na ordem de R$ 30 mil — é sustentada pela celebração de Acordos de Compra Futura (Off-take Agreements) de proporções históricas.25 Entidades da vanguarda tecnológica global, necessitando neutralizar pegadas de carbono substanciais geradas por complexos de inteligência artificial e data centers..
A Microsoft, em um movimento sintomático do nível de confiança exigido pelo mercado, comprometeu-se com a aquisição de 2,8 milhões de créditos de carbono gerados pelas florestas24, somando-se a outros contratos estratégicos firmados com a Alphabet (Google).25
Para mitigar os juros exigidos pelo capital privado estrangeiro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) validou a operação ao aprovar a injeção de R$ 100 milhões advindos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima).26 A engenharia financeira que viabilizou o acesso da startup a esta liquidez subsidiada envolveu a estruturação inovadora de contratos de fornecimento de longo prazo utilizados como garantias financeiras reais.26
A re.green compartilha de uma tese de investimento simétrica, possuindo o ambicioso objetivo corporativo de restaurar a funcionalidade ecológica de um milhão de hectares fracionados entre os biomas Amazônico e da Mata Atlântica.28
A fundação da empresa congrega expoentes da economia e da ciência, atraindo veículos de investimento (Family Offices) de alto padrão, além de gestoras consagradas como a Dynamo e a Gávea Investimentos.28
O contínuo interesse transnacional foi sublinhado pela aproximação de megafundos de transição climática, a exemplo do norte-americano TPG Rise Climate, e pela consolidação de parcerias de longuíssimo prazo, como o acordo de 30 anos firmado com a Vivo, ancorado na premissa de descarbonização da rede de telecomunicações através dos créditos originados no portfólio florestal da re.green.28
A alavancagem desta operação contou, similarmente, com substanciais linhas de crédito público, somando contratos recentes com o BNDES que elevaram a exposição do banco aos projetos da re.green ao patamar de R$ 437 milhões.28 Apesar da exuberância financeira, estas corporações enfrentam em 2026 o imenso desafio securitário de assegurar a permanência do estoque de carbono imobilizado na biomassa ao longo de um século (100 anos), lutando contra os crescentes riscos físicos e climáticos impostos por secas severas e incêndios que assolam os trópicos.4
Em outra ponta do ecossistema privado, a adequação das empresas tradicionais ao advento do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) impulsiona iniciativas focadas em desenvolvimento tecnológico e conformidade. O mercado demanda apoio técnico aguçado para a formulação de inventários de emissões atestados, bem como a intermediação de projetos para a compensação de Reserva Legal.31 Empresas como a Biofílica estruturam operações consultivas e soluções “turnkey” (chave na mão) baseadas na natureza para a jornada de descarbonização corporativa.31
Buscando escalar este suporte para as suas respectivas cadeias de fornecedores, uma coalizão empresarial heterogênea das maiores tesourarias do país — unindo a Itaúsa, o Itaú Unibanco, Bradesco, Natura, Nestlé e a Vale — fundou e sustenta, ao longo de 2026, a iniciativa “Climate Action Solutions & Engagement” (C.A.S.E.).32
Esta plataforma de inovação não tem como objetivo primário a negociação imediata em mercado de balcão, mas atua como uma incubadora e aceleradora voltada para a prospecção (“scouting”) de projetos socioambientais latentes no território brasileiro que possuam viabilidade econômica demonstrável.33
A missão estratégica da C.A.S.E. é prover a estas iniciativas o fomento intelectual e a visibilidade necessários para catapultá-las ao acesso de “funding” (financiamento) internacional de larga escala, preparando uma vitrine de soluções replicáveis do setor privado brasileiro a ser apresentada oficialmente nas cúpulas globais, com horizonte direcionado para a maturação até a COP31 em novembro de 2026.33
Arquitetura Multilateral de Fomento, Dívida Climática e Atuação das ONGs Globais
O panorama de capital destinado às finanças climáticas no Brasil atinge o seu ápice na arquitetura de repasses provenientes de bancos multilaterais de desenvolvimento e na ação pragmática de fundações filantrópicas internacionais. Em 2026, os mecanismos deixam a fase de conceituação teórica e ingressam na operacionalização de carteiras e desembolsos vinculados a resultados, reconhecendo o Brasil como peça-chave no tabuleiro de segurança climática global.
O Fundo de Investimento Soberano: Tropical Forest Forever Facility (TFFF)
A disrupção mais significativa na diplomacia financeira global, formalmente apresentada aos chefes de Estado ao longo da COP30 em Belém, atende pelo nome de “Tropical Forest Forever Facility” (TFFF).34 Desenhado mediante estreita articulação entre o Governo Federal do Brasil e assessores econômicos internacionais, e confiado à custódia fiduciária e gestão interina do Grupo Banco Mundial (World Bank), o TFFF propõe uma reversão da lógica econômica predatória: remunerar nações soberanas para que mantenham o bioma intacto.34
A engenharia do fundo ambiciona atingir a cifra monumental de US$ 125 bilhões.34 A tese de alavancagem (“blended finance”) exige a formação de um capital sênior e subordinado garantidor de US$ 25 bilhões proveniente de países doadores e filantropia (“sponsor capital”), o qual mitigará o risco para atrair os remanescentes US$ 100 bilhões junto a grandes investidores do mercado de capitais privado e fundos de pensão institucionais internacionais.34 Os recursos levantados não permanecerão estáticos; serão ativamente investidos em portfólios de baixo risco e títulos de longo prazo. O diferencial do mecanismo encontra-se na distribuição dos retornos destas aplicações financeiras: os lucros excedentes serão repassados diretamente às nações florestais tropicais elegíveis — compreendendo um escopo potencial de mais de 70 países, sob a liderança do Brasil e Indonésia.34
Distanciando-se inteiramente da complexidade dos modelos de adicionalidade inerentes à contabilidade de carbono de base em projetos isolados (que sofrem com fugas e inflação de linhas de base), o TFFF adotará a simplicidade da performance jurisdicional.
Países que comprovem a manutenção das suas florestas maduras, apresentando taxas de desmatamento abaixo do limite tolerável de 0,5% ao ano (auditado independentemente por tecnologias de sensoriamento remoto via satélite), receberão desembolsos fixos estipulados na ordem de US$ 4 por hectare preservado a cada exercício anual (sujeito a penalizações proporcionais à degradação identificada).34
Em 2026, a fase de capitalização inicial já registra compromissos em torno de US$ 6,7 bilhões capitaneados por governos como os do Brasil, Indonésia, Noruega, França e Alemanha.34
O desenho operacional impõe um mandamento social rígido: um piso não diluível correspondente a 20% do volume global de repasses destinados aos países membros deverá ser obrigatoriamente canalizado em benefício direto de Povos Indígenas e Comunidades Locais (IPLCs), garantindo o custeio estrutural de ações descentralizadas de manejo sustentável nos seus territórios ancestrais e convertendo-se em um massivo programa internacional de PSA.34
Operações Bilaterais e o “Climate Debt Fund”
Em paralelo aos fundos de natureza transnacional, o Brasil possui, ao longo de 2026, linhas de financiamento multilateral focadas no destravamento da matriz corporativa, geridas pelo “Projeto de Financiamento Climático do Brasil” (P178888).38
Resultado de uma negociação bilateral robusta, garantida pelo Estado Brasileiro perante o Banco Mundial, este programa de fomento está sob a tutela e execução direta do Banco do Brasil.38 A magnitude orçamentária do componente voltado à expansão do acesso a crédito atrelado à sustentabilidade (“sustainability-linked finance”) perfaz a quantia de US$ 496,75 milhões.38 O mandato explícito do projeto é empoderar a infraestrutura técnica do setor produtivo brasileiro para que consiga acessar em larga escala os exigentes mercados mundiais de negociação de créditos de carbono e bioativos de alta credibilidade.38
Segundo os marcos contratuais e os relatórios de acompanhamento divulgados, o projeto entra na sua fase decisiva de maturação ao atingir o cronograma estipulado para a sua Revisão de Médio Prazo (Mid-Term Review), aprazada para o dia 30 de janeiro de 2026.38 O passo operativo mais crítico esperado para o transcorrer do ano é o lançamento efetivo das requisições e a integralização do “Fundo de Dívida Climática” (Climate Debt Fund).38
Esta engrenagem atuará como um multiplicador financeiro; a sua arquitetura foi delineada para capturar o interesse institucional de ao menos cinco investidores-âncora de grande porte internacional, almejando alavancar o volume formidável de até US$ 1,2 bilhão em capital privado direcionado à mitigação das alterações climáticas, impulsionando a meta final de gerar registro oficial de aproximadamente 1.000 projetos setoriais de carbono e chancelar a redução certificada de 45 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente até o limite do acordo, em 2028.38
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na mesma toada, fomenta a capacidade regulatória das instituições fiscais, financiando atividades transfronteiriças de coordenação de secretarias ministeriais para precificação do carbono, e programas dedicados à formação humana em adaptação e transição bioeconômica (“CIF Youth Fellowship”).39
Estratégias da Filantropia Internacional: WWF, CI, TNC e Bezos Earth Fund
Se o sistema bancário injeta liquidez corporativa e soberana, o tecido articulado por fundações ambientais multilaterais opera com capital filantrópico agudo (grants), atuando para corrigir assimetrias operacionais que desviam a rentabilidade dos projetos climáticos daqueles que habitam os ecossistemas, promovendo o engajamento através da formação de capacidades.
Organizações de atuação secular no Brasil, integrando potências globais como a World Wide Fund for Nature (WWF-Brasil), a Conservação Internacional (CI-Brasil) e a The Nature Conservancy (TNC), agruparam as suas vastas redes institucionais e financeiras sob a rubrica da coalizão “União pela Restauração”.41
O objetivo cardeal dessa aliança de ONGs ultrapassa a retórica da conservação clássica, estipulando metas financeiras pragmáticas: orquestrar e canalizar a mobilização sistemática de investimentos internacionais indispensáveis para promover a intervenção física que restaurará 4 milhões de hectares de fisionomias degradadas abrangendo a totalidade dos biomas brasileiros num horizonte temporal balizado até o encerramento de 2030.41 O modelo atua fornecendo suporte intelectual e financeiro subjacente, para avançar nas redes de pautas dedicadas às finanças da restauração.41
Adicionalmente, algumas dessas entidades promovem a subvenção do mercado através da abertura regular de concorrências, a exemplo dos editais publicados pela CI-Brasil em março de 2026 voltados para a adjudicação de serviços de consultoria especializada concebida para prestar suporte analítico e estratégico na estruturação do “Programa ARTSI”, uma engrenagem desenhada expressamente para fomentar a Aceleração da Transição Rápida de Subsídios e Incentivos vinculados ao ecossistema verde nacional.42
Dentre todos os agentes privados doadores focados no fortalecimento da integridade e equidade nos projetos de carbono transacionados no mercado voluntário e na arena jurisdicional brasileira, o Bezos Earth Fund projeta uma sombra proeminente ao longo de 2026, balizando o seu portfólio através da distribuição de dezenas de milhões de dólares destinados à Amazônia Brasileira.43
Afastando-se de políticas tradicionais de doação paternalista, a direção estratégica da fundação foi de fomentar redes brasileiras de altíssima capacidade técnica. Destacam-se, no balanço de capital executado pela instituição, repasses como a outorga da ordem de US$ 6 milhões adjudicada em favor do renomado Instituto Clima e Sociedade (iCS), visando subsidiar consórcios de investigadores e pesquisadores locais.43
O escopo destes estudos concentra-se no provisionamento, embasado em dados empíricos inquestionáveis, da base intelectual necessária para formuladores de políticas públicas desenharem instrumentos normativos capazes de garantir segurança fiscal e financeira à conservação.43
De maneira singular no contexto socioambiental, a fundação direcionou R$ 9,7 milhões do seu capital para um consórcio estruturado pela Environmental Defense Fund em alinhamento com organizações indígenas representativas de dois estados cruciais do bioma amazônico.44
O imperativo desta dotação financeira orbita exclusivamente a construção massiva de “capacity building”.44 Diante da vulnerabilidade e sub-representação sistêmica dos povos originários frente a empreiteiros e desenvolvedores de carbono, este financiamento proveu recursos logísticos, metodológicos e suporte jurídico contínuo às comunidades locais.44
Como resultado das capacitações em 2026, as lideranças indígenas encontram-se instrumentalizadas e proficientes para negociar ativamente com gestores do mercado voluntário corporativo, garantindo não apenas a plena salvaguarda dos seus direitos inalienáveis perante propostas predatórias, mas também o acesso direto e contundente aos rendimentos financeiros resultantes dos ativos e créditos florestais gerados sob as copas das matas onde habitam.44
Consolidação Estratégica das Oportunidades Validadas (Posição Base: 3 de março de 2026)
Em atendimento à necessidade de mapear fluxos funcionais de financiamento sob as novas métricas regulatórias, todas as iniciativas submetidas a esta pesquisa foram cotejadas perante os escândalos investigados. Organizações identificadas em atividades espúrias, como lavagem de dinheiro atrelada ao mercado de combustível (Carbono Oculto) ou grilagem validada por créditos ilegítimos (Greenwashing), encontram-se tacitamente extirpadas da listagem.3
As correntes remanescentes representam o cume da integridade e transparência programada para o ano financeiro em tela, segmentadas analiticamente com fulcro temporal em março de 2026.
Categoria 1: Inscrições e Editais Atualmente Abertos e Vigentes
Este agrupamento disseca os canais operacionais estatais e da sociedade civil organizada que, no quadro de março de 2026, mantêm suas portas eletrônicas franqueadas para a submissão técnica de proponentes aptos à consecução de projetos pautados em precificação e compensação de serviços ambientais.
| Instituição (Nome e Natureza) | Foco Principal de Atuação | Finalidade da Iniciativa | Prazos e Cronogramas Oficiais | Critérios de Elegibilidade e Recursos Financeiros |
| Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) (Instituição Financeira Pública Federal) | Mercado de Carbono / Certificação | Apoio Técnico e Consultivo: Financiamento do edital “FEP Fomento nº 01/2026” para elaboração do Estudo Técnico Estruturante “Certificação de Crédito de Carbono no Brasil”.9 | Cronograma em curso: Encerramento oficial para a recepção de propostas e documentação estipulado de forma improrrogável para 20 de março de 2026.10 | Elegibilidade: Organizações e consórcios capacitados a entregar cinco produtos técnicos exaustivos abordando diagnóstico, governança e lacunas do SBCE. Os recursos remuneram a consultoria vencedora.9 |
| Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (SEMIL) (Instituição Pública Estadual) | Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) | Pagamento Direto de Benefícios Pecuniários: Execução prática e continuada do fomento ao bioma local por meio da 2ª Edição do Programa PSA Juçara.16 | Inscrições ativas e em captação contínua: O cadastro das famílias mantinha-se em fase processual aberta no início do ano civil de 2026.16 | Elegibilidade: Indispensável pertencer ao nicho da agricultura familiar ou comunidade tradicional habitando limites ou amortecimentos de UCs de Uso Sustentável. Repasse provisionado de R$ 36.000 a R$ 38.000 por unidade familiar ao longo de 5 anos.16 |
| Fundação Florestal (Estado de São Paulo) (Instituição Pública Autárquica) | Pagamento por Serviços Ambientais / AbE | Apoio Técnico e Capacidade Operativa: Fomento direto do estado na manutenção da integridade do dossel por via do Edital 01/2026 para contratação emergencial de 243 Brigadistas de Combate a Incêndios.18 | Concurso Público em andamento: Janela de submissão de inscrições ativada em 24 de fevereiro, fluindo com tolerância limite agendada para 11 de março de 2026.19 | Elegibilidade: Pessoas físicas vocacionadas à subordinação técnica temporária nas escalas hierárquicas da secretaria; com salários operacionais que oscilam e atingem a marca de até R$ 4.052,50 mensais para coordenação.19 |
| Conservação Internacional (CI-Brasil) (ONG Global de Filantropia) | Serviços Ambientais / Sustentabilidade | Fomento Direto e Subcontratação Corporativa: Execução e estruturação finalística do Programa ARTSI (Acelerar a Transição Rápida de Subsídios e Incentivos) no território nacional.42 | Chamadas Públicas vigentes no portal: Prazos limites escalonados convergindo para os dias 11 de março de 2026 e 13 de março de 2026.42 | Elegibilidade: Agências operacionais e firmas de consultoria especializadas em meio ambiente e logística possuidoras do lastro técnico demandado. Pagamentos pautados na remuneração do Termo de Referência em disputa.42 |
| Prefeitura Municipal de Jacareí (SP) – Dir. de Sustentabilidade (Poder Público Municipal) | Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) | Fomento Conjunto, Assistência e Remuneração: Consolidação em fluxo de caixa e infraestrutura agronômica materializada pelo “Programa Renascentes”, suportado financeiramente pelas diretrizes da Lei 6.485/2022 e fundos hídricos paulistas (FEHIDRO e FECOP).20 | Cadastramento de Fluxo Contínuo ao longo de 2026: Inscrições abertas perenemente junto às ramais da secretaria, com alvos consolidados de auditoria para aferir a eficácia de regeneração de 55 hectares até o término de 2026.20 | Elegibilidade: Produtores, posseiros e entes jurídicos rurais instalados prioritariamente sob mananciais críticos de abastecimento. Absorção de aportes para a provisão de insumos, assistência contínua, montagem de biodigestores ambientais e compensações monetárias por resultados hídricos.20 |
Categoria 2: Oportunidades com Previsão e Maturação para Lançamentos Futuros ao Longo de 2026
No campo do capital paciente e de alta liquidez, a segunda fração do ano projeta rodadas cruciais de editais governamentais de inovação e leilões de exploração bioeconômica que definirão os detentores dos fluxos de carbono florestal pelas próximas décadas.
| Instituição (Nome e Natureza) | Foco Principal de Atuação | Finalidade da Iniciativa | Prazos e Cronogramas Oficiais | Critérios de Elegibilidade e Recursos Financeiros |
| Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) / Ministério da Ciência (Órgão Fomentador Estatal Federal) | Inovação em Mercado de Carbono | Fomento (Subvenção Econômica Não Reembolsável): Execução soberana do edital “Finep Mais Inovação Brasil – Rodada 2 – Transição Energética”, para o suporte e viabilização de tecnologias portadoras de alto risco atrelado.11 | Inauguração de captação iminente: Habilitação e disponibilização de chaves de submissão do sistema a iniciar-se em 9 de março de 2026, com fechamento protelado para recepção final até o dia 31 de agosto de 2026.11 | Elegibilidade: Corporações privadas inscritas e habilitadas operando forçosamente em coligação irredutível com Instituições Científicas e de Inovação (ICTs). O montante estratosférico disponibilizado orbita na cifra de R$ 500 milhões direcionado à viabilização de CCS, hidrogênio limpo e estocagem de íons.11 |
| Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Serviço Florestal Brasileiro (Instituição Pública Federal) | Mercado Regulado e Voluntário de Carbono | Concessão Territorial e Compra Direta de Créditos Florestais: Execução estrutural da política de recuperação através do histórico leilão público atrelado à área remanescente da Floresta Nacional (Flona) do Bom Futuro, estado de Rondônia.12 | Calendário de Leilão Licitatório: Promulgado nas rodadas e minutas em consultas para a sua realização fática ocorrer ao redor de março de 2026 e o trimestre subsequente.12 | Elegibilidade: Mega consórcios corporativos de base silvicultural, credenciados para realizar investimentos em plantio e regeneração (15 mil ha) e patrulhamento territorial (83 mil ha). O pleito será arrematado pela entidade comercial que transferir aos cofres da União o mais proeminente rateio pecuniário de créditos gerados no inventário.12 |
| SEMIL – Governo do Estado de São Paulo (com Fundação Florestal) (Instituição Pública Estadual) | Mercado de Carbono / Pagamento por Serviços Ambientais | Concessão Institucional e Exploração de Bioativos: “Programa Estadual de Restauração e Conservação Ecológica” (novo modelo baseado na rentabilidade via conversão e comercialização dos ativos de biodiversidade atestados).15 | Lançamento Pós-Consulta: Estando os pormenores da fase de Consulta Pública apurados e indexados em 2025, aguarda-se os editais complementares de competitividade ao longo de 2026.15 | Elegibilidade: Entidades mercantis, ONGs estruturadas e carteiras de investimento (Fundos) aptas a investir capitais privados na recomposição biológica de uma vasta prateleira pública contendo 40 mil hectares de áreas degradadas, tendo os lucros aferidos nos balcões globais de “offsets” como moeda legal de troca.15 |
| Banco Mundial (World Bank) e Banco do Brasil (Mecanismo Multilateral associado ao Banco Público) | Mercado de Créditos de Carbono de Alta Integridade | Investimento Privado Sustentável e “Climate Debt”: O “Projeto de Financiamento Climático do Brasil”, objetivando amalgamar as capacidades técnicas do setor fabril submetendo garantias aos arranjos da transição ecológica.38 | Avanços Sistêmicos Atrelados à Revisão: Concluindo o “Mid-Term Review” em 30 de janeiro de 2026, vislumbram-se na sequência a emissão de cadernos de chamada (RFP) alocando investidores com perspectivas alicerçadas até o fechamento contratual em 2028.38 | Elegibilidade: Setor de crédito e conglomerados propensos à subscrição de dívidas sob métricas ambientais chanceladas (KPIs rigorosos), tendo como lastro orçamentário o “Climate Debt Fund”. A métrica total atinge custos previstos de US$ 496,7 milhões, cobiçando ancorar um giro financeiro superior a US$ 1,2 bilhão.38 |
| World Bank (Trustee) e Consórcio Soberano de Países (Engenharia Multilateral do TFFF) | Pagamento Macroeconômico por Serviços Ambientais | Fomento Baseado em Performance (Dividendos de Investimentos): O revolucionário “Tropical Forest Forever Facility” (TFFF), alterando o foco dos projetos individualizados para resultados jurisdicionais de governança.34 | Capitalização em Curso Pós COP30: Encontra-se sob as prerrogativas operacionais em 2026 após firmar o marco zero em Belém e arrecadar promessas na dimensão de US$ 6,7 bilhões. Redação do manual operacional em andamento no decorrer do ano.34 | Elegibilidade: Restringe-se à esfera Estatal: Governos do cinturão tropical (70+ nações) que não ultrapassem e comprovem tecnologicamente a manutenção de menos de 0,5% nas perdas por desmatamento anual. O fluxo remunera US$ 4 fixos/hectare, detendo a obrigatoriedade impositiva e não flexível de repasse na taxa de 20% diretamente aos bolsos de povos indígenas e guardiões originários das bacias, visando uma captação teto final fixada em US$ 125 bilhões.34 |
Referências citadas
- Em preparação para COP-30, Governo Federal avança na implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões | Insights | Mayer Brown, acessado em março 3, 2026, https://www.mayerbrown.com/pt/insights/publications/2025/10/in-preparation-for-cop-30-federal-government-advances-the-implementation-of-the-brazilian-emissions-trading-system
- Shielding companies against carbon credit fraud in Brazil – Legal 500, acessado em março 3, 2026, https://www.legal500.com/developments/thought-leadership/shielding-companies-against-carbon-credit-fraud-in-brazil/
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- Restauração da Amazônia oferece redenção para créditos de carbono após escândalos em projetos REDD – Mongabay, acessado em março 3, 2026, https://brasil.mongabay.com/2025/05/restauracao-da-amazonia-oferece-redencao-para-creditos-de-carbono-apos-escandalos-em-projetos-redd/
- Brazil charges 31 people in major carbon credit fraud investigation | illuminem, acessado em março 3, 2026, https://illuminem.com/illuminemvoices/brazil-charges-31-people-in-major-carbon-credit-fraud-investigation
- Brazil: An analysis of two carbon credit projects in the Amazon has found that they may be connected to illegal timber laundering; incl. companies’ comments – Business and Human Rights Centre, acessado em março 3, 2026, https://www.business-humanrights.org/my/%E1%80%9E%E1%80%90%E1%80%84/brazil-an-analysis-of-two-carbon-credit-projects-in-the-amazon-has-found-that-they-may-be-connected-to-illegal-timber-laundering-incl-companies-comments/
- Veja a lista de usinas alvo da Operação Carbono Oculto – Visão Agro, acessado em março 3, 2026, https://visaoagro.com.br/veja-a-lista-de-usinas-alvo-da-operacao-carbono-oculto/
- Operação Carbono Oculto: revelações e desdobramentos | Transparência Internacional, acessado em março 3, 2026, https://transparenciainternacional.org.br/posts/operacao-carbono-oculto-revelacoes-e-desdobramentos/
- SELEÇÃO PÚBLICA FEP FOMENTO – Nº 01/2026 Estudo “Certificação de Crédito de Carbono no Brasil”. – Governo Federal, acessado em março 3, 2026, https://www.gov.br/fazenda/pt-br/composicao/orgaos/mercado-de-carbono/acordos-de-cooperacao/edital-de-selecao-publica_fep_carbono.pdf
- Seleção Pública FEP Fomento nº 01/2026 – Estudo “Certificação de Crédito de Carbono no Brasil” – BNDES, acessado em março 3, 2026, https://www.bndes.gov.br/wps/vanityurl/fep-carbono
- Finep Mais Inovação Brasil – Rodada 2 – Transição Energética, acessado em março 3, 2026, http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadapublica/772
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- Governo de SP amplia programa de Pagamento por Serviços Ambientais e soma 61 iniciativas – Semil, acessado em março 3, 2026, https://semil.sp.gov.br/2026/01/governo-de-sp-amplia-programa-de-pagamento-por-servicos-ambientais-e-soma-61-iniciativas-no-estado/
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- Nosso novo acordo com a Mombak criado para acelerar a capacidade natural do planeta de remover CO₂ – Google Blog, acessado em março 3, 2026, https://blog.google/intl/pt-br/novidades/nosso-novo-acordo-com-a-mombak-criado-para-acelerar-a-capacidade-natural-do-planeta-de-remover-co/
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- Re.green consegue garantia e destrava R$ 80 milhões do Fundo Clima – Reset, acessado em março 3, 2026, https://capitalreset.uol.com.br/financas/investimentos/re-green-consegue-garantia-e-destrava-r-80-milhoes-do-fundo-clima/
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- Bradesco, Itaúsa, Itaú Unibanco, Natura, Nestlé e Vale lançam C.A.S.E., iniciativa para posicionar o Brasil como protagonista na agenda climática global, acessado em março 3, 2026, https://www.itausa.com.br/conteudo/lancamento-case-agenda-climatica/
- Soluções ambientais do Brasil para o mundo – Blog Itaú, acessado em março 3, 2026, https://blog.itau.com.br/ibba/solucoes-ambientais-do-brasil-para-o-mundo
- Over USD 5.5 billion Announced for Tropical Forest Forever Facility as 53 Countries Endorse the Historic TFFF Launch Declaration – COP 30, acessado em março 3, 2026, https://cop30.br/en/news-about-cop30/over-usd-5-5-billion-announced-for-tropical-forest-forever-facility-as-53-countries-endorse-the-historic-tfff-launch-declaration
- How could Tropical Forest Forever fund proposed at Cop30 tackle deforestation? – The Guardian, acessado em março 3, 2026, https://www.theguardian.com/environment/2025/nov/06/tropical-forest-forever-fund-proposed-cop30-tackle-climate-change
- Brazil’s forest fund faces a slow takeoff at COP30 despite initial support – Mongabay, acessado em março 3, 2026, https://news.mongabay.com/2025/11/brazils-forest-fund-faces-a-slow-takeoff-at-cop30-despite-initial-support/
- COP30: Could Brazil’s ‘Tropical Forest Forever’ fund help tackle climate change?, acessado em março 3, 2026, https://www.carbonbrief.org/cop30-could-brazils-tropical-forest-forever-fund-help-tackle-climate-change/
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- LAC Regional Climate Change Platform of Economy and Finance Ministries – IDB, acessado em março 3, 2026, https://www.iadb.org/en/who-we-are/topics/climate-change/climate-change-finance/lac-regional-climate-change-platform-economy-and-finance-ministries
- SOBRE 2024 – O Futuro da Restauração | WWF Brasil, acessado em março 3, 2026, https://www.wwf.org.br/?88940/SOBRE-2024–O-Futuro-da-Restauracao
- Oportunidades | Conservação Internacional Brasil, acessado em março 3, 2026, https://brasil.conservation.org/oportunidades
- Building Forest-Protecting Economies in the Brazilian Amazon – Bezos Earth Fund, acessado em março 3, 2026, https://www.bezosearthfund.org/grants/building-forest-protecting-economies-brazilian-amazon
- The Bezos Earth Fund Announces $50 Million in Grants for the Protection and Sustainable Development of the Brazilian Amazon, acessado em março 3, 2026, https://www.bezosearthfund.org/news-and-insights/bezos-earth-fund-announces-50-million-protection-sustainable-development-brazilian-amazon
EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA A CONTRATAÇÃO DE EMPREGADOS TEMPORÁRIOS PARA A FUNDAÇÃO FLORESTAL – JC Concursos, acessado em março 3, 2026, https://jcconcursos.uol.com.br/media/uploads/anexos/processo-seletivo-fundacao-florestal-sao-paulo-edital-1-2026.pdf
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